Descrever não é enumerar o maior número possível de detalhes, mas assinalar os traços mais singulares, mais salientes; é fazer ressaltar do conjunto uma impressão dominante e singular. Dependendo da intenção do autor, varia o grau de exactidão e a minúcia na descrição.
A aula realizou-se com alunos do 3º ano de escolaridade e teve como principal objectivo a produção de um texto descritivo.
Aproveitámos o internamento de uma criança da E. B. 1 nº 36 do Agrupamento de Escolas das Piscinas dos Olivais e foi realizado um trabalho conjunto, nomeadamente a planificação das actividades entre a E. B. 1 Rainha D. Estefânia e a turma (3º B) de origem da criança hospitalizada.
A aula foi realizada via Internet através do Mensseger.
De início mostrou-se aos alunos parte da capa do livro Grufalão.
Em seguida pediu-se aos alunos que imaginassem um ser com aquele nome. Passaram então para a planificação do texto, tendo para o efeito sido entregue uma ficha de trabalho.
Após o preenchimento da grelha seguiu-se a realização de uma primeira abordagem ao texto do Grufalão. Procederam-se a algumas correcções, tendo também sido entregue aos alunos uma ficha auto correctiva procurando sempre o melhoramento do texto.
E agora os Grufalões...
A curiosidade foi imensa e os alunos mostraram-se muito entusiasmados.
Como não conheciam o verdadeiro Grufalão a professora Isabel Almeida e a formadora Filomena Cardigos deslocaram-se à escola E. B.1 nº 36 e leram o livro às duas turmas do 3º ano. A turma do3º B, conseguiu contagiar o 3º A e também eles quiseram participar nos trabalhos e conhecer o verdadeiro Grufalão!
Fomos muito bem recebidas. Os alunos adoraram! E as professoras também!

Eu não sou desta turma, mas estive internado no hospital quando falámos desta história na escola do hospital.
ResponderEliminarGostei muito deste bicho. É feio, mas muito simpático.
Beijinho.
Rui